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Tratado de Tordesilhas
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Esse tratado estabelecia um meridiano imaginário, situado a 370 léguas a oeste das ilhas de Cabo Verde, nas costas da África. Dando total liberdade quanto ao litoral brasileiro e maior parte do Oceano a navegar.

As terras a oeste desse meridiano pertenceriam à Espanha, e as terras a leste seriam de Portugal.
O Meridiano de Tordesilhas passava pelo Brasil, nas atuais cidades de Belém, no Pará, e Laguna, em Santa Catarina.
Muitos anos mais tarde, os bandeirantes ultrapassaram o Meridiano de Tordesilhas.


Poucos fatos na história da humanidade alcançaram o relevo do Tratado de Tordesilhas rubricado pelas duas coroas ibéricas em 7 de junho de 1494, na pequena localidade da estremadura castelhana, que lhe daria o nome.

Associando-se à comemoração dos 500 anos do Tratado de Tordesilhas , a LUSITANIA, Companhia de Seguros, na sequência do que tem sido a sua prática, divulga nestas páginas introdutórias um pequeno apontamento sobre o aludido documento que, durante séculos, marcou a política externa das duas nações Ibéricas e consagrou a sua vocação universalista.

Consequência de mais de duas décadas de investigação e desenvolvimento da ciência náutica, da cartografia e, sobretudo, em resultado da síntese entre o estudo e a experiência recolhida nas navegações ao longo da Costa Ocidental Africana, o Tratado de Tordesilhas , mais do que consagrar a Teoria do "Mare Clausum" ou seja, dos direitos de navegação exclusiva nos mares descobertos representou, realmente, uma divisão do mundo desconhecido entre Portugal e Castela.

Com efeito, decorreu da acção conjugada dos cartógrafos, navegadores e marinheiros portugueses e castelhanos e de alguns genoveses ao serviço de Portugal e de Castela, o desenvolvimento científico da navegação no alto mar, por meio de instrumentos.

O conceito medieval do universo, registado na carta catalã de 1375 e na fantasia do "Magnum Sinus Ptolomaico" termina, verdadeiramente, com o resultado das navegações dos povos ibéricos e tem a sua primeira consagração no notável Planisfério de Cantino, encomendado em Lisboa por Alberto Cantino, agente do Duque de Ferrara e elaborado provavelmente em 1502. Este planisfério além de mostrar o meridiano de Tordesilhas , revela as últimas descobertas das viagens dos navegadores portugueses no continente asiático e, como refere Armando Cortesão, marca o início da cartografia objectiva do extremo oriente.

Após o início dos descobrimentos marítimos, em menos de um século, a grande família humana entrava em contacto entre si, pela primeira vez, pela mão dos navegadores portugueses e castelhanos.

Balizados pelos limites geográficos do Tratado de Tordesilhas , Portugueses e Castelhanos, nos séculos que seguiram, iriam levar a sua cultura, a sua religião, a sua língua, ao Novo Mundo, a África, à Índia e a todo o Extremo Oriente.

Porque o Tratado de Tordesilhas foi assinado?

Antes mesmo da descoberta de novas terras, ou do chamado "Novo Mundo", Portugal e a Espanha acirraram uma disputa em 1492, com os conhecimentos do navegante genovês Cristóvão Colombo, do descobrimento da América, a serviço da coroa espanhola, a Espanha imaginava ter alcançado as Índias e queria garantir seu monopólio de sua exploração.
Já os portugueses desejavam manter e assegurar seu monopólio sobre as rotas marítimas no sul do Atlântico e também a posse das terras que já suspeitavam existir a oeste do oceano atlântico.

Assim, que Cristóvão Colombo descobriu a América, os espanhóis pediram a intervenção do papa, que deu seu parecer em favor à Espanha.
Portugal, não aceitou a decisão e ameaçou entrar em guerra contra os espanhóis, após duras negociações, o Tratado de Tordesilhas foi assinado.

O Tratado de Tordesilhas permaneceu válido até 1750, quando os portugueses começaram a avançar (descumprir o Tratado de Tordesilhas) para terras a oeste, daí então passou a vigorar o princípio que a terra pertencia a quem a ocupasse.


 

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